Caso simulado (personagem fictício)
Bianca Teixeira, 22 anos
Pós-operatório de LCA (6 meses), já com alta da fisioterapia
Conteúdo simulado para fins educacionais. Não é diagnóstico, tratamento nem prescrição para pessoa real. Na prática, a decisão é do profissional habilitado.
Quem é Bianca
“Eu não quero só 'poder jogar'. Quero jogar sem medo.”
- Ocupação
- Estudante universitária e atleta de futsal
- Rotina
- Aula de manhã, treino três vezes por semana, dorme tarde estudando.
- O que ele(a) teme
- Sentir o joelho falhar de novo em quadra e perder a temporada.
- O que motiva
- Voltar a jogar sem pensar no joelho a cada giro.
História
Jogadora de futsal universitário, rompeu o ligamento cruzado anterior em um giro com o pé fixo. Já teve alta da fisioterapia e quer voltar às quadras com segurança.
Quadro clínico
Boa amplitude de movimento, déficit de força de quadríceps de aproximadamente 20% em relação ao lado contralateral. Ainda apresenta valgo dinâmico em aterrissagens.
Cuidados e restrições
- • Alto impacto
- • Impacto/estresse no joelho
- • Tendência a valgo dinâmico
Foco recomendado
- • Força de membros inferiores
- • Propriocepção e equilíbrio
- • Fortalecimento de core
- • Baixo impacto
- • Cadeia posterior
Base científica do caso
Critérios de retorno ao esporte após reconstrução de LCA priorizam simetria de força (índice de simetria dos membros geralmente ≥ 90%), controle neuromuscular e qualidade de aterrissagem. Retornar com déficit de força associa-se a maior risco de nova lesão, por isso o trabalho é de força progressiva e controle motor antes de pliometria intensa.
Referências
- • Grindem et al., BJSM 2016 — critérios de retorno ao esporte e risco de nova lesão após LCA.
- • Consenso de Bern (2022) — retorno ao esporte após lesão de LCA.
- • van Melick et al., BJSM 2016 — diretriz baseada em evidências para reabilitação de LCA.
Referências citadas para estudo. O caso é fictício e o racional é simplificado para fins didáticos.
Aviso importante
- • O SimulaFit é uma plataforma de simulação educacional. Perfis, casos e feedbacks servem para estudo e prática — não são pessoas reais nem condutas prescritas para alguém específico.
- • A plataforma não realiza diagnóstico, tratamento ou reabilitação e não substitui avaliação médica, fisioterapêutica ou presencial de profissional habilitado.
- • O feedback é gerado por regras educacionais automatizadas, baseadas em diretrizes públicas de exercício, e pode não refletir toda a complexidade de um caso real.
- • Qualquer aplicação prática é responsabilidade do profissional registrado no CREF, dentro das suas atribuições legais.
SimulaFit — plataforma de simulação educacional. Não realiza diagnóstico nem tratamento e não substitui avaliação médica, fisioterapêutica ou presencial de profissional habilitado.